O rei foi capturado pelas sacerdotisas da Seita do Mal.
Ela não podia deixar que isso acontecesse. Ele era um bom homem e precisava ser salvo.

Ela empunhou sua espada, montou em sua égua e chamou seu melhor amigo canino.
Em minutos eles cavalgavam a toda velocidade pela floresta, evitando galhos baixos e raízes altas, tentando achar o altar secreto das sacerdotisas do mal.

Não foi fácil.
A floresta era escura e densa. Cavalgar por entre as árvores não era tarefa fácil.
Às vezes parecia que estavam andando em círculos. Talvez estivessem mesmo.
E além de tudo isso, havia magia negra poderosa protegendo o altar para que não fosse encontrado.

Mas eles precisavam continuar tentando.
A vida dele estava em perigo e os aldeões precisavam dele.

Ela rezou para seus próprios deuses pedindo ajuda em sua busca, na esperança de que eles atenderiam ao seu pedido.

Após dois dias de cavalgada, parando apenas para comer e praticamente sem dormir, o cão farejou o ar e começou a latir e a uivar.
A égua entrou em pânico e empacou.
Ela também sentia. Estavam se aproximando.

Ela prendeu a égua em uma árvore e chamou o cão para que a acompanhasse.

A medida que se aproximavam da força que emanava das árvores, ela começou a enfraquecer, sua mente parecia ter apagado, mas ela ainda lutava. Precisava ser forte para salvar seu rei.

Depois de alguns minutos de caminhada árdua, eles chegaram a uma clareira, onde as sacerdotisas faziam um círculo em volta do rei acorrentado, dominado, de joelhos no centro da roda, com a cabeça baixa.

Ela só teve tempo de ouvir o feitiço antes de desmaiar.

 

Deusas dos

mortos-vivos!

 

Eu ofereço

essa pessoa

ao seu

eterno serviço,

na morte.

 

Seu rei estava morto…